Os alunos Vitória, Eduardo, Micheli
e Gabriela, do 5º Ano são os locutores dessa rádioescola que tem como
tema o Tenente Antônio João Ribeiro.
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terça-feira, 30 de outubro de 2012
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Significados das cores da Bandeira do Município de Dourados/MS
A
bandeira do município de Dourados tem as cores do município, ou seja, azul, branco e
amarelo. O amarelo tem significado heráltico de grandeza, riqueza, esplendor,
soberania, representando as riquezas ainda virgens de nosso solo e almejando
um futuro esplendoroso para o município.
O azul
simboliza justiça, nobreza, perseverança, zelo, lealdade e formosura.
O branco
é o símbolo da paz, amizade, trabalho, prosperidade, pureza e religiosidade.
A faixa branca traz os dizeres: “20 de Dezembro de 1935”, data da emancipação política do município de Dourados.
A
avenca, à esquerda, simboliza a agricultura e os ramos ornamentais simbolizam a
diversidade agrícola do município.
Fonte:
Prefeitura Municipal de Dourados. Inventário Turístico.Página 13
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Apresentações Indígenas
Com o objetivo de conscientizar nossos alunos sobre a contribuíção dos índios em nossa cultura, foram convidados os professores Cláudia Nabhan e César Benites que juntamente com alunos das etnia guarani e kaiwoá realizaram apresentações de dança e contação de histórias.
O vídeo a seguir é um resumo das atividades ocorridas nesta terça-feira (14/08) aqui na escola.
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Brasão da cidade de Dourados
Os símbolos municipais são as formas de
representação das comunidades.O brasão de armas,
assim como a bandeira e o selo municipais, são figuras simbólicas,
insígnias que representam a identidade do município.
Por ser Dourados um município de Mato Grosso do Sul, o seu Brasão tem a mesma delineação do Brasão do Estado.
Em primeiro plano encontram-se duas lâminas "Aivécas" e uns ramos de arroz. A "Aivéca" da direita simboliza o colono e a da esquerda a agricultura. Os ramos ornamentando representam toda espécie de lavoura.
O livro simboliza o registro dos grandes feitos históricos do colono e demais imigrantes, suas páginas brancas dizem da pureza, cultura e dignidade do povo douradense.
Ao alto acha-se uma chaminé que simboliza o futuro e o progresso de Dourados.
Dentro do Brasão, lemos os dísticos com o nome da cidade e a data de sua fundação e entre estes encontram-se onze traços que simbolizam os distritos, sendo o traço central, a sede.
Abaixo, uma faixa de ostentação do Brasão com os dísticos: "Terra de Antônio João" em homenagem ao grande herói da Guerra do Paraguai.
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Quem foi Eulália Pires?
Eulália
Pires nasceu aos 21 de fevereiro de 1872 em Uberaba (MG) e faleceu em
1º de novembro de 1950, filha de Manoel Inácio Garcia Pereira e de
Maria Tosta. Casada com Marcelino Pires. Filhos: Olinda, Fabiana,
Josué, Diolinda, Selanira, João, Maria, Elizanira, Landolfo, Raul e
Juvenal. Religião: Católica e, pouco antes de morrer, Evangélica.
Veio para Dourados em 1900, residindo na fazenda Alvorada.
Em
Dourados, é o nome de uma rua que corta bairros como Vila
Cachoeirinha, Jardim Clímax e Jardim Universitário.
Adaptado
de: “Memória de Dourados: ruas, edifícios e logradouros públicos”
Lori
Alice Gressler, página 77
sábado, 31 de março de 2012
A cidade de Dourados tem ao todo 170 bairros. Vamos conhecê-los:
Alto
das Palmeiras
Altos
da Monte Alegre
Altos
do Indaiá
Bairro
Jardim
BNH
1º Plano
BNH
2º Plano
BNH
3º Plano
BNH
4º Plano
Cachoeirinha
Canaã
I
Canaã
II
Canaã
IV
Canaã
V
Canaã
VI
Centro
Chácara
38
Chácara
Califórnia
Chácara
Flora
Chácaras
Caiuás
Cidade
Áurea
Cohab
II
Conj.
Campo Dourado
Conjunto
Izidro Pedroso
Conj.
Res. Monte Carlo
Jardim
Alhambra
Jardim
América
Jardim
Apuena
Jardim
Aydê
Jardim
Bará
Jardim
Brasília
Jardim
Caiman
Jardim
Caramuru
Jardim
Carisma
Jd.
Cel. Francisco Alves
Jardim
Central
Jardim
Clímax
Jardim
Coimasa
Jardim
Colibri
Jardim
Continental
Jardim
Cuiabazinho
Jardim
da Figueira
Jardim
Del Rey
Jardim
dos Estados
Jardim
Europa
Jardim
Faculdade
Jardim
Flamboyant
Jardim
Flórida I
Jardim
Flórida II
Jardim
Girassol
Jardim
Guanabara
Jardim
Guarujá
Jardim
Independência
Jardim
Itaipú
Jardim
Itália
Jardim
João Paulo II
Jardim
Jóquei Clube
Jardim
Laranja Doce
Jardim
Leste
Jardim
Londina
Jardim
Maipu
Jardim
Maipu
Jardim
Mana
Jardim
Manoel Rasselen
Jardim
Marabá
Jardim
Maracanã
Jardim
Márcia
Jardim
Marília
Jardim
Maringá
Jardim
Mato Grosso
Jardim
Monte Alegre
Jardim
Monte Líbano
Jardim
Morada do Salto
Jardim
Murakami
Jardim
Novo Horizonte
Jardim
Olinda
Jardim
Ouro Verde
Jardim
Paulista
Jardim
Pilau
Jardim
Piratininga
Jardim
Rigotti
Jardim
Santa Brígida
Jardim
Santa Felicidade
Jardim
Santa Maria
Jardim
Santa Rita
Jardim
Santo André
Jardim
São Cristóvão
Jardim
São Pedro
Jardim
Tropical
Jardim
Universitário
Chácara
Califórnia
Chácara
Flora
Chácaras
Caiuás
Cidade
Áurea
Cohab
II
Conj.
Campo Dourado
Conjunto
Izidro Pedroso
Conj.
Res. Monte Carlo
Jardim
Alhambra
Jardim
América
Jardim
Apuena
Jardim
Aydê
Jardim
Bará
Jardim
Brasília
Jardim
Caiman
Jardim
Caramuru
Jardim
Carisma
Jd.
Cel. Francisco Alves
Jardim
Central
Jardim
Clímax
Jardim
Coimasa
Jardim
Colibri
Jardim
Continental
Jardim
Cuiabazinho
Jardim
da Figueira
Jardim
Del Rey
Jardim
dos Estados
Jardim
Europa
Jardim
Faculdade
Jardim
Flamboyant
Jardim
Flórida I
Jardim
Flórida II
Jardim
Girassol
Jardim
Guanabara
Jardim
Guarujá
Jardim
Independência
Jardim
Itaipú
Jardim
Itália
Jardim
João Paulo II
Jardim
Jóquei Clube
Jardim
Laranja Doce
Jardim
Leste
Jardim
Londina
Jardim
Maipu
Jardim
Maipu
Jardim
Mana
Jardim
Manoel Rasselen
Jardim
Marabá
Jardim
Maracanã
Jardim
Márcia
Jardim
Marília
Jardim
Maringá
Jardim
Mato Grosso
Jardim
Monte Alegre
Jardim
Monte Líbano
Jardim
Morada do Salto
Jardim
Murakami
Jardim
Novo Horizonte
Jardim
Olinda
Jardim
Ouro Verde
Jardim
Paulista
Jardim
Pilau
Jardim
Piratininga
Jardim
Rigotti
Jardim
Santa Brígida
Jardim
Santa Felicidade
Jardim
Santa Maria
Jardim
Santa Rita
Jardim
Santo André
Jardim
São Cristóvão
Jardim
São Pedro
Jardim
Tropical
Jardim
Universitário
Jardim
Valéria
Jardim
Vista Alegre
Jardim
Zeina
Mutirão
da Moradia
Panambi
Verá
Parque
Alvorada
Parque
das Nações I
Parque
das Nações II
Parque
do Lago I e II
Parque
dos Beija-Flores
Parque
dos Bem-te-vis
Pq
dos Coqueiros I e II
Parque
dos Jequitibás
Parque
Nova Dourados
Parque
Residencial Pelicano,
Parte
Chácara
Parte
do Centro (Oeste)
Portal
de Dourados
Prolongamento
Itaipu
Res.
Oliveira I e II.
Res.
Valdomiro Amaral
Residencial
Ypacarai
Terra
Roxa I e II
Vila
Adelina I e II
Vila
Aimoré
Vila
Alba
Vila
Almeida
Vila
Alvorada
Vila
Amaral
Vila
Anete
Vila
Aracy
Vila
Arapongas
Vila
Aurora
Vila
Barros
Vila
Bela
Vila
Corumbá
Vila
Cuiabá
Vila
Delfus
Vila
Dourado
Vila
Eldorado
Vila
Erondina I
Vila
Esperança
Vila
Guarani
Vila
Helena
Vila
Hilda.
Vila
Icassati
Vila
Índio
Vila
Industrial
Vila
Iran P. Matos
Vila
Lili
Vila
Mariana,
Vila
Martins
Vila
Mary
Vila
Matos
Vila
Maxwel
Vila
Mello
Vila
Norte
Vila
Nossa Senhora Apa
Vila
Nova Esperança
Vila
Planalto
Vila
Popular.
Vila
Progresso
Vila
Real
Vila
Rosa
Vila
Rui Barbosa
Vila
Santa Catarina
Vila
Santa Clara
Vila
Santa Hermínia
Vila
Santana
Vila
São Braz
Vila
São Francisco
Vila
São Jorge
Vila
São José
Vila
São Luiz
Vila
Sulmat
Vila
Tonani
Vila
Tonani I.
Vila
Ubiratan
Vila
Valderez
Vila
Viegas
Vila
Vieira
sexta-feira, 30 de março de 2012
Como se Formou Nosso Município
Com o fim da guerra contra o Paraguai, ex-combatentes
dos dois países permaneceram nesta região, surgindo os primeiros
núcleos de povoamento, aumentando as áreas de pecuária.
Em 1882, foi implantada a Companhia Mate Laranjeira que
explorou a erva-mate com o uso de trabalhadores paraguaios e índios
guaranis.
Em 1884, veio para o local que mais se tornaria o
município de Dourados, o seu primeiro morador, José Serrano
(mineiro), que se fixou em Potreio Guassu.
Em 1885, chegou o paulista Francisco Xavier Pedroso.
Em 1893, estourou a Revolução Federalista no sul do
Brasil, obrigando os gaúchos fugirem, vindo muitas famílias para
Mato Grosso do Sul, aumentando, ainda mais, as áreas de pecuária.
Mas desde o princípio desta ocupação, houveram
muitos conflitos entre os colonos e a Cia. Mate Laranjeira, como
documento a seguir nos mostra:
“Acresce que a proposta submetida pela referida
empresa à deliberação da Assembleia, além de consultar altos
interesses do Estado, tanto no presente, como no futuro […] ainda
viria facilitar a solução de um temeroso problema […] aludo à
imigração rio-grandense que, de dia a dia, vai se avolumando e
estendendo pelo sul do Estado, onde os adventícios tratam logo de
ocupar terrenos devolutos [leia-se dos índios], pela
facilidade que encontraram, o que faz prever que, dentro de mais
alguns anos, essa colônia dominará, pelo seu número e extensão,
toda aquela região, constituindo, por assim dizer, um Estado no
Estado. E como o governo estadual atento a grande distância da sua
sede, para ali, e a dificuldade de comunicação, não terá meio
para fazer sentir sua ação, a consequência será a possibilidade
de frequentes sedições, ou ao menos de resistência ou desacato ao
poder constituído. Da palpável conveniência de certos centros de
resistência àquela perigosa expansão, o que proporcionaria, muito
naturalmente e sem suspeita, o estabelecimento das empresas que se
propunham fundar a Cia. Mate Laranjeira e seriam exploradas por uma
companhia sucessora, organizada com capitais ingleses, pois as terras
devolutas cedidas por compra ou arredondamento passariam a ser
ocupadas pelo pessoal da sociedade anônima e assim não estariam à
mercê dos primeiros ocupantes na corrente migratória
rio-grandense, que teriam de respeitar a posse mantida por uma
companhia estrangeira poderosa que no caso de conflito poderia
provocar, por via diplomática, a intervenção federal.” ( Joaquim
Ponce Leal: Os homens e as armas, conflito campo-cidade no
Brasil, 1921).
Em 1896, foi formada a primeira fazenda de plantio de
lavouras, pelo mineiro João Ferreira.
Nos anos finais do século XIX chegaram as famílias de
Marcelino Pires (paranaense) e dos Torracas. Em 1905, foi Joaquim
Teixeira Alves que se estabeleceu em nosso município.
Nesta época, os principais produtos eram o gado e a
erva-mate.
Em 1910, Marcelino Pires registrou as suas terras e
doou 4 mil hectares para a formação do Patrimônio de de São João
Batista de Dourados, depois elevado a condição de Vila das Três
Padroeiras.
Em 1914 foi criado o distrito de Paz de Dourados que,
em 1932, recebeu do governo do Estado uma área de 20 mil hectares
para a formação do município, no entanto somente chegaria a sua
emancipação administrativa em 20 de dezembro de 1935.
Um município não se forma apenas com a vontade de
algumas famílias ricas que tem seus nomes imortalizados em ruas,
praças, etc.
Forma-se pela luta do trabalhador pobre que chega em
áreas novas em busca de vida melhor e enriquecimento.
É o conjunto dessas forças e de interesses que vai
tornando possível.
No nosso caso só aconteceu porque uma vez tomada s
terras dos índios, os grileiros ou posseiros foram aumentando cada
vez mais a sua quantia de terra, e como não podiam trabalhar toda
esta terra, obrigavam os índios, os negros, os pobres a trabalhar
por baixos salários, levando seus patrões ao enriquecimento em
pouco tempo, regularizando mais tarde a posse da terra e as
escrituras.
Mas não devemos nos esquecer que os imigrantes também
ajudaram, é o caso dos paraguaios, paranaenses, paulistas, mineiros,
europeus e asiáticos que derrubaram a mata e tornaram a terra
agricultável e em uso.
Como
se desenvolveu
A partir de 1943, um fato muito importante iria mudar,
por completo, a história de nosso município: a fundação da
Colônia Agrícola de Dourados, pelo então presidente Getúlio
Vargas.
Era uma área de 300 mil hectares, abrangendo as terras
dos municípios de Douradina, Fátima do Sul, Jateí, Glória de
Dourados, Deodápolis e Angélica, que pertenciam na época aos
índios, mas que foram colocadas como terras devolutas que a União
usou para fazer este assentamento de família, restando aos índios
um pedaço de terra de 60 hectares junto ao distrito de Panambi, ou
foram levados para a reserva de Dourados, criada para este fim em
1929.
Em relação à área da Colônia Agrícola de
Dourados, esta foi dividida em lotes de 50 hectares, atraindo
famílias de paranaenses, paulistas, mineiros e nordestinos, que
quando aqui chegaram trouxeram o tipo de cultura que já conheciam:
os cafezais.
Para plantar os cafezais foi preciso fazer um grande
desmatamento, aumentando em muito as áreas de plantio do município,
entre os pés de café eram plantados o algodão, o arroz, o feijão,
milho, etc. o que enriqueceu em pouco tempo os tipos de plantio de
nossa região.
Pessoas em frente à um barracão (1920)
Marcelino Pires
* Texto retirado dos arquivos da escola, desconheço o autor.
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